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O entusiasmo e a obsessão são suas mais decisivas habilidades
E a escola afeta o desenvolvimento de ambas. Não deixe isso acontecer

Foram incontáveis as vezes que ouvi essas duas frases de efeito sobre a importância da educação escolar:

"A escola não é sobre aprender coisas específicas. É sobre aprender a como aprender."

"A escola não é sobre como resolver algum problema específico. É sobre aprender a como pensar."

Os seguidores dessas idéias frequentemente partem do princípio de que a melhor maneira de as crianças aprenderem a como aprender e a como pensar é por meio da escola.

Tais pessoas consideram perfeitamente aceitável o fato de que as coisas que as crianças aprendem na escola não serão diretamente úteis para elas fora da escola, pois acreditam que essas "meta-habilidades" de aprender e de pensar são perfeitamente transferíveis para o futuro, quando então, já na vida adulta, poderão ser utilizadas para conseguir os conhecimentos e as habilidades demandadas pelo mercado.

Só que este aprendizado imposto é totalmente antitético àquela outra habilidade realmente transferível e muito mais fundamentalmente importante: o entusiasmo.

O entusiasmo é a devoção genuína e espontânea a uma busca. É o impulso voluntário que nos leva a querer se aprofundar em algo, por pura paixão. O entusiasmo é a mais fundamental das habilidades transferíveis, pois é o mais poderoso motivador do aprendizado e da criatividade. Em qualquer área.

Por definição, o entusiasmo e a paixão não podem ser ensinados por meio de lições obrigatórias e compulsórias. O entusiasmo é como se fosse uma planta que só pode ser silvestre; que não pode ser cultivada por qualquer outra coisa senão a liberdade.

Acabando com o entusiasmo das crianças

Toda criança normal já nasce dotada de entusiasmos naturais. Elas são inerentemente dotadas de curiosidades. Elas são ávidas para explorar as coisas do mundo. Elas adoram observar e interagir com o mundo ao seu redor com grande entusiasmo e dedicação.

E, sob a adequada liberdade, esse entusiasmo irá crescer com o tempo e a experiência. Em algumas ocasiões, o entusiasmo chegará ao ponto da obsessão. As crianças irão se tornar obcecadas ou por alguma atividade específica (um esporte, um videogame, uma arte criativa etc.) ou por um assunto (dinossauros, uma linha de brinquedos, carros, aviões etc.).

Para os olhos de um adulto, esta obsessão poderá parecer inútil ou excessiva. Afinal, como é que um conhecimento profundo sobre Pokémon irá melhorar o futuro de uma criança? Mas eis aí o grande erro: a parte crucial não é o fato de a criança estar aprendendo tudo sobre Pokémon, mas sim o fato de que a criança, ao seguir o seu êxtase (para utilizar uma frase de Joseph Campbell), está aprendendo a como ficar absorta em algo; a como se aprofundar completamente em um assunto.

Esta, de novo, é a mais fundamental das habilidades transferíveis. No futuro, será esta propensão — construída na infância — à imersão voluntária e entusiasmada que o indivíduo poderá utilizar para dominar qualquer arte, assunto, trabalho manual, ocupação: desde design gráfico até administração de negócios e programação de computadores.

Só que os pais, os professores e todos os burocratas que criam os currículos do sistema escolar frequentemente fazem de tudo para oprimir e esmagar o desenvolvimento desta paixão. As crianças são tolhidas de seguir seus próprios interesses e compulsoriamente redirecionadas para fazer apenas aquilo que os adultos consideram ser mais importante. E mesmo essas atividades impostas também não são aprofundadas. Com o intuito de deixar a criança "mais experiente" e "mais madura", as atividades são continuamente interrompidas e alteradas. Apenas explorações superficiais são permitidas.

O doutor Peter Gray, professor de psicologia do Boston College e especialista no assunto, escreveu todo um livro, intitulado  Livre para Aprender, relatando inúmeros exemplos práticos de como o sistema escolar compulsório mata o entusiasmo e a motivação das crianças. Em seu artigo "A escola é uma prisão e está destruindo nossas crianças", ele diz:

Esta incrível vontade de aprender e esta enorme capacidade de aprendizado não são desligadas quando a criança faz 5 ou 6 anos de idade. Nós é que as desligamos por meio de nosso coercitivo sistema de educação compulsória. A maior e mais duradoura lição trazida pelo nosso sistema escolar é que aprender é algo maçante, que deve ser evitado ao máximo possível.

Ainda segundo Gray, o entusiasmo e o impulso natural pelo aprendizado são continuamente substituídos por um sistema de controle social que ensina às crianças que seus interesses e observações não mais importam.

Em nome da educação escolar, estamos cada vez mais roubando das crianças o tempo e a liberdade de que necessitam para se educarem por conta própria por meio de seus próprios métodos. Criamos um arranjo educacional no qual as crianças devem suprimir seus instintos naturais — os quais as estimulam a estar no controle do próprio aprendizado — para, em vez disso, simplesmente seguirem automaticamente métodos e caminhos criados para elas por adultos, e os quais não levam a lugar nenhum.

Já o conhecido educador e defensor do ensino doméstico (homeschooling) John Holt escreveu o seguinte em seu livro — hoje best-seller — Como as Crianças Aprendem:

Queremos acreditar que estamos enviando nossas crianças para a escola para que elas aprendam a pensar. Mas o que realmente estamos fazendo é ensinando-as a pensar de maneira errada. Pior: estamos ensinando-as a abandonar uma maneira natural e poderosa de pensar e a adotar um método que não funciona para elas e o qual nós mesmos raramente usamos.

Ainda pior do que tudo isso: nós tentamos convencê-las de que, ao menos dentro da escola, ou mesmo em qualquer situação em que palavras, símbolos ou pensamento abstrato estejam envolvidos, elas simplesmente não podem pensar. Devem apenas repetir.

No final, quando a criança sai do sistema escolar compulsório, sua capacidade de entusiasmo — a paixão genuína e espontânea a uma busca — está completamente atrofiada. Ela não mais pode seguir suas paixões simplesmente porque ela já se esqueceu de que tal coisa existe. A única coisa que pode impulsioná-la a realizar algo é a motivação externa dada por figuras de autoridades. Tudo o que ela aprendeu é que deve fazer apenas aquilo que os outros consideram bom para ela.

Consequentemente, no trabalho e na vida em geral, essa pessoa ficará à deriva. Será um adulto que irá apenas a reboque dos outros, sem rumo certo na vida.

Meu caso

Lembro-me de ter tido, no início de minha infância, uma sucessão de manias que à época eu chamava de "febres". Eu descobria um determinado assunto e então ele dominava minhas atenções e interesses por meses. E então, com o tempo, eu ficava saciado e me dava por satisfeito, e ia então para o assunto seguinte. Tive várias fases. Fui obcecado com dinossauros, depois com animais em geral (colecionava os nomes científicos de todas as espécies que saíam nas revistas da National Geographic), depois com He-Man, Transformers etc.

E então minha suscetibilidade a contrair essas febres foi sendo interrompida e finalmente vencida por essa verdadeira máquina de moer chamada de "sistema escolar compulsório". Fui dominado pela apatia e tive uma crise existencial. E isso durou até a universidade.

Porém, quando finalmente me formei, minha capacidade de paixão e entusiasmo voltou, e veio forte. Reaprender a habilidade da obsessão e do entusiasmo foi uma das mais importantes etapas do meu processo de "desescolarização".

Vencida a crise existencial, tornei-me obcecado em estudar teologia e cosmologia. Após perceber que eu não compreendia o mundo à minha volta, tornei-me obcecado em aprender sobre a história do mundo, e me tornei autodidata no assunto. Após descobrir as idéias da liberdade, tornei-me obcecado em estudar por conta própria os princípios da Escola Austríaca de Pensamento Econômico e a filosofia política do libertarianismo. Deixar-me ser levado por meu êxtase ao longo desses caminhos de obsessão finalmente me levou a uma carreira profissional bem-sucedida e gratificante.

Meu único arrependimento é que esta feliz progressão tenha sido tão longamente postergada por aquele martírio devorador de entusiasmos e arrefecedor de espíritos que é o sistema escolar compulsório.

Conclusão

Não ceda à tentação de frustrar as paixões de seus jovens filhos; não restrinja suas obsessões. Confie nas escolhas deles. Deixe-os cultivar sua capacidade nata de se devotar com entusiasmo, paixão e júbilo às suas próprias buscas. A paixão e o entusiasmo são os ativos mais preciosos deles: a habilidade fundamental que irá gerar todas as outras habilidades. Não roube isso deles. Deixe-os livre para construir suas paixões. Isso lhe deixará orgulhoso no futuro.

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autor

Daniel Sanchez
é o editor da Foudation For Economic Education. Seu escritos estão compilados em DanSanchez.me e em medium.com/DanSanchezV

  • Arnaldo  19/09/2017 15:47
    Hoje adulto, vejo que fui criado com liberdade e não me arrependo nada de não estudar nada no colégio. Dessa época só lembro de passar o dia na frente do video game ou jogando futebol.
  • Murilo D  18/10/2020 14:22
    eu arrependo de não ter ido atrás de estudo de verdade, pq o conteúdo da escola era só lixo. até os professores não sabiam nada, eu só depois dos 17 comecei pesquisar conteúdo de escola austriaca e domcumentários de história e comecei entender o mundo de fato. escola só ensina doutrinação para ser gado do governo.
  • Demolidor  19/09/2017 16:24
    Me identifiquei com o autor. Quando conta sobre seu caso, é bem parecido com o que houve comigo. Sempre fui bom aluno, mas hoje, após mais de uma década longe dos bancos escolares, sinto que realmente aprendo muito mais e mais rápido que em qualquer curso de universidade ou pós-graduação.
  • Julio  19/09/2017 16:30
    Nossa... Como me identifiquei lendo esse texto. Tenho pensado nesse assunto por anos, incrível como a minha experiência de vida foi idêntica a do autor.

    E exatamente como o autor, depois de me formar, finalmente pude voltar a seguir meus interesses, ontem, inclusive, comprei 9 livros sobre um assunto em particular para poder me aprofundar.
  • Marko  19/09/2017 16:31
    Muito bom o artigo!

    Realmente, nosso sistema escolar é bastante equivocado (para não dizer outra coisa né) e isso foi intensificado nos últimos 15 anos, me parece. basta vermos os adolescentes e jovens da atualidade, meros repetidores.

  • Felipe Lange  19/09/2017 17:17
    E isso que ele nem mencionou que no sistema escolar moderno fazem uma verdadeira pedofilia intelectual vomitando ideologias marxistas, gramscianas e estatistas. Se eu puder, serei autodidata.
  • Tobias  19/09/2017 18:18
    Excelente insight. Vale tambem notar que uma criança que é matriculada em várias atividades para "amadurecer" raramente irá acabar criando coisas que mudam o mundo. Muito menos poderá construir grandes empresas que irão concorrer com outras empresas.

    Bill Gates, por exemplo, era obcecado com computadores. A cada chance que ele tinha ele ia mexer em computadores. Ele cabulava aula e ficava noites acordado se dedicando a essa sua devoção.

    Michael Jordan, após ser afastado do time quando criança, decidiu que nunca mais iria se sentir tão desprezado novamente. Passou a cabular aulas pra ficar treinando no ginásio, jogando dias e noites inteiros.

    Donald Trump passou toda a vida focado em negócios imobiliários. Mesmo quando ainda estava na faculdade pegou dinheiro emprestado do pai para comprar um condomínios de 1400 unidades. Graduou-se milionário e, uma década depois, já era bilionário.

    Steve Jobs tinha a criatividade como sua paixão. Na década de 1980 ele já visualizava um iPod, mas com a tecnologia então disponível, o negócio seria um trambolho enorme. Tão obcecado ele era que não descansou enquanto sua imaginação não ganhou vida EXATAMENTE no formato que ele imaginou.

    Mark Zuckerberg se dedicou incansavelmente à codificação e conversão de uma linguagem em código. Era o único do seu grupo a ser considerado um verdadeiro gênio. Construiu o Facebook.

    Parece que a única maneira de ser bem-sucedido na vida é ter um foco afiado e empurrar tudo o que secundário para o lado.
  • Felipe Lange S. B. S.  19/09/2017 19:38
    Pois é, esses grandes empreendedores (o Trump era corporativista?) simplesmente ou largaram a faculdade (ou saíram até antes da escola) ou fizeram só a graduação e mais nada.

    Se pegar o exemplo do Brasil, o sujeito chega no ensino superior sem saber interpretar um texto.

    País que demoniza o empreendedorismo, só poderia resultar em aberrações e um estado cada vez mais inchado. Para que empreender se vem logo um burocrata ou algum ladrão querer me assaltar? Melhor virar concurseiro.
  • Gustavo  20/09/2017 14:37
    Pelo que sei o Mark Zuckerberg nem sabe programar, foi o amigo dele que fez o projeto
  • Tobias  20/09/2017 15:46
    Errado. Os gêmeos Tyler e Cameron Winklevoss, então alunos de Harvard, pediram a Zuckerberg para que este escrevesse o código para um site que ambos estavam criando, o Harvard Connection, que no final acabou se transformando no ConnectU. Zuckerberg, porém, tinha outras e mais elaboradas ideias fervilhando em sua mente. E ali surgiu o Facebook.

    Assim que o Facebook decolou, os irmãos Winklevoss começaram a reclamar e, após tentarem de todas as formas possíveis destruir o Facebook, sem lograr êxito, os gêmeos resolvem processar Zuckerberg por violação de sua propriedade intelectual, ainda que os códigos de ambos os projetos não tivessem absolutamente nada em comum.

    Os gêmeos simplesmente alegaram ser os donos da ideia original do Facebook, dizendo que Zuckerberg havia se apropriado dela e ficado com a fama e com o dinheiro. Mas foi ele quem fez todo o código do Facebook.
  • Pensador Ancap  12/10/2022 20:03
    Os gêmeos podem ter tido a ideia, mas Zuckerberg foi mais esperto e criou um sistema mais engenhoso, ou seja se tu tem uma ideia revolucionária, genial,enfim não compartilhe com ninguém ou só com pessoas confiáveis, os irmãos gêmeos cochilarão e Zuckerberg desenvolveu um sistema mais interessante e vida que segue, infelizmente os mais sagazes se dão bem e vencem os mais lentos..
  • Charles A.  19/09/2017 18:24
    Confesso que estava preocupado com meu filho de 12 anos, que quer passar o dia todo no computador jogando um tal de Minecraft. Após ler seu relato, vejo que essa obsessão do meu filho equivale à mesma obsessão que eu tinha com pássaros quando tinha a idade dele. E vejo que ela é natural e até mesmo saudável.

    Aquela minha obsessão com pássaros era simplesmente uma paixão que eu estava seguindo e me ensinou a aprender muita coisa por conta própria, o que me ajudou enormemente a aprender vários outros assuntos depois que virei adulto.

    Meus pais nunca demonstraram preocupação com aquela minha paixão por pássaros, e até mesmo a encorajavam. Mas aposto que se eu fosse criança hoje e tivesse paixão por videogames meus pais ficariam preocupados. Após ler seu artigo penso que as obsessões são a mesma, então não estou mais preocupado com a obsessão do meu filho. Muito obrigado pelo artigo.
  • FL  19/09/2017 19:48
    Caro Charles, se posso complementar seu comentário, peguei um dia e fui entender o que era o tal Minecraft que meu sobrinho tanto joga... Sério, pode ficar feliz com esse "vício" do seu filho.
    Esse jogo é, nas devidas proporções, um LEGO virtual.
    Não há um objetivo a não ser fazer o que o prório jogador quiser fazer. Isso, por si só, já demonstra que seu filho tem uma curiosidade muito grande, e provavelmente é muito criativo, criou objetivos e está construindo o que a imaginação dele permitiu.
    Dê uma rápida pesquisada, essa mulecada faz coisas inacreditáveis dentro do jogo. Constroem casas, castelos, cidades inteiras com detalhes absurdos, pelo simples prazer de conseguir fazer.
    Mais do que isso, o jogo ensina indiretamente coisas básicas como gestão de recursos, planejamento, estratégia e metas. Não se prenda pela simplicidade gráfica, o funcionamento do jogo é espetacular: é necessário buscar e acumular recursos, combiná-los de formas diferentes para obter novos materiais e produzir outras coisas.

    Me lembro do meu sobrinho, então com 5 anos, me explicando que ele podia mineirar uma pedra com as mãos do personagem, mas isso levava muito tempo. Então, ele pegou madeira e construiu uma picareta, para mineirar mais rapidamente. Funcionou, mas ele percebeu que podia usar outro minério para fazer uma picareta ainda mais eficiente. "Perdeu" um tempo procurando e recolhendo esse outro material, pq sabia que ia compensar.

    Para mim, isso é uma analogia perfeita sobre poupança, investimento e gestão de recursos.
  • Pedro Martins  19/09/2017 18:46
    Excelente artigo!
  • Kayky Santos  19/09/2017 19:18
    Me identifiquei muito!! Meu nome é Kayky, Tenho 13 anos e cansei faz 2 anos da escola. Isso foi em meados de 2016, Neste ano (2016) eu comecei a estudar muito para entrar no Mercado econômico da bolsa de valores, Estudo faz 1 ano, cursos, aulas online etc etc... Hoje eu digo pra mim mesmo que estou muito perto do sucesso profissional, Me vejo como um semi-profissional da area financeira. Minha rotina nos últimos anos foi : Acordar, Tomar café, Estudar, ir pra escola, Tomar banho, Estudar e isso se repetindo continuamente por 1 ano.E vou estudar mais 1 ano e quando eu acabar, investirei um bom dinheiro e espero que meu futuro seja prospero. ( Largarei a escola e serei um Financer/Trader mirim, Resumindo : Trabalharei para mim mesmo )
  • Pobre Paulista  19/09/2017 19:33
    Seems Legit
  • Felipe Lange S. B. S.  19/09/2017 19:39
    Faça isso jovem, se eu tivesse tido essa oportunidade e essa cabeça antes teria saído antes (o problema maior são os nossos pais que cresceram em outra geração).
  • Kayky Santos  19/09/2017 19:54
    Minha sorte é que meus país me apoiam muito nisso
  • Luís  19/09/2017 20:27
    Meu nome é Luís, tenho 40 anos, casado, pai de uma filhinha de um ano. Tento estudar sobre bolsa de valores e mercado financeiro já faz algum tempo mas me sinto meio perdido. Também é fato que a minha filhinha e o meu trabalho me absorvem muito tempo mas mesmo assim não vou desistir.

    Quer trocar umas figurinhas comigo? Acredito que você pode me dar dicas importante. Que tal?
  • Kayky Santos  19/09/2017 21:08
    Me chame no facebook : Kayky Hayek. Iremos trocar figurinhas sz
  • Luís  19/09/2017 22:34
    Ok. Eu não gosto de facebook porque perdi muito tempo com besteiras nele mas criei um perfil pra me comunicar contigo. Mandei solicitação de amizade, mas não estranhe as fotos... Fica com Deus e até lá.
  • Nordestino arretado  21/09/2017 13:51
    Queria muito aprender sobre bolsa de valores e mercado financeiro, também não uso facebook, whatsapp serve?
  • Luís  21/09/2017 14:43
    Eu não tenho muito pra ensinar... mas se você convencer o piazito podemos criar um grupo... pra trocar umas figurinhas... Agora, experimenta fazer um facebook pra se comunicar com nós...
  • Giuseppe  20/09/2017 01:32
    Ora ora, IMB publicando apologias à Waldorf. Quem diria. Hoje descobrimos que o espectro político é, na verdade, redondo. fomos tanto à direita que viramos esquerda.
  • Petri  20/09/2017 12:20
    Do que você está falando, meu jovem? Dizer que o indivíduo deve ser livre para se empenhar naquilo que quer e livre para perseguir suas metas sem intervenções externas agora é uma posição de esquerda?

    É cada ser bizarro que cai de pára-quedas por aqui...
  • Jair  20/09/2017 12:23
    Fora que a coisa nada tem a ver com a pedagogia Waldorf. A pedagogia Waldorf diz o que a escola deve fazer para deixar o aluno mais livre (um contrassenso, pois escola é o oposto de liberdade). Já o artigo acima é praticamente um libelo contra a obrigatoriedade das escolas.

    E, no que mais, por que a pedagogia Waldorf seria "de esquerda"? Quem definiu isso? Na melhor das hipóteses, ela é simplesmente algo sem exequibilidade.

    Para você, recomendo estudos mais intensos sobre o conteúdo de ideologias. Ou então um curso intensivo de alfabetização.
  • professor entusiasta do ensino domiciliar  20/09/2017 02:49
    "A escola não é sobre aprender coisas específicas. É sobre aprender a como aprender."

    "A escola não é sobre como resolver algum problema específico. É sobre aprender a como pensar."

    Até nisso o Brasil é pior, aqui a frase de efeito é:

    "educação não é ensinar conteúdo, mas formar cidadão".

    O que é a mais perniciosa das maneiras de se encarar o ensino escolar. No final, o aluno é um semi-analfabeto doutrinado na ideologia dominante nas escolas, que nem preciso falar qual é.
    No final, a educação brasileira acaba sendo bem eficiente no que se propõe: formar revolucionários progressistas ignorantes
  • Joao  20/09/2017 12:15
    O texto me faz lembrar imediatamente da música The Logical Song, do Supertramp. Estou de acordo com a ideia central, apesar de eu não ter más recordações do período escolar. Acredito que meu curso universitário(em direito) foi muito mais inútil do que o ensino fundamental e médio. Foram anos gastos com teorias que, além de não terem qualquer aplicação prática, são frequentemente refutadas pelos ótimos textos deste site.
  • Pobre Paulista  20/09/2017 13:13
    Minha favorita deles. School também bate nesse tópico.
  • Nordestino Arretado  21/09/2017 04:11
    Já eu lembrei do "We don't need no education" de Another Brick in the Wall.
  • Aluno do Carvalho  20/09/2017 14:41
    Até um cachorro que enterra um osso, tem mais preocupação com o futuro do que os economistas do governo.
  • carla ribeiro  13/11/2017 14:46
    Hoje trabalho com a consultoria do pro burn x preço. Acho que a maioria das coisas da escola não são usada hje, além do português culto e da matemática básica, além de alguns conceitos de biologia. Porém a escola foi muito útil para conseguir desenvolver qualquer atividade que pratico. Achei o ponto de vista bem interessante. Parabéns
  • Emerson Luis  17/12/2017 19:05

    As escolas são verdadeiras fábricas de transformar crianças em misósofos.

    * * *
  • Lucas-00  10/06/2019 19:34
    Bem que vocês podiam recolocar esse artigo na homepage, vale ouro isso daqui. Principalmente agora que há algumas leis estaduais pelo homeschooling.
  • Carlos Alberto  22/07/2019 18:23
    Concordo. Um dos melhores artigos do site sobre o assunto.
  • Lucas-00  22/07/2019 23:56
    Obrigado por atender o pedido equipe IMB!
  • João Marcelo  05/07/2019 22:41
    Meu caso (subtítulo)

    Também fui extatamente assim. Só que a minha família dizia, " Você tem que aprender alguma coisa que lhe dê dinheiro."
  • José Alessandro de Lima Santos  23/07/2019 10:49
    Guerra declarada aos profissionais da atual educação vigente rsrsrs
  • Pai  23/07/2019 14:40
    Aos profissionais? Não. Ao arranjo ao qual eles mecanicamente servem? Sem dúvida.

    Mas pior ainda são os inocente úteis que chancelam e compactuam com tudo.
  • Alaor  23/07/2019 11:44
    Vai ter artigo atualizado sobre o Deutsche Bank? Um bail in é suficiente para salvá-lo ou vai rolar bailout seguido de pânico?
  • Cássio Moura   23/07/2019 16:08
    Qual a opinião de vocês sobre o aquecimento global?
  • Cientista  23/07/2019 16:51
    Isso ainda existe? Não conheço mais ninguém que fala de "aquecimento global". Nem poderia, pois os próprios fanáticos dessa tese passaram a reconhecer que, se de um lado os verões serão mais quentes, de outro os invernos serão mais frios. Logo, por uma simples questão de média matemática, se verões serão mais quentes e invernos serão mais frios, então a temperatura média será a mesma.

    E, se a temperatura média será a mesma, então não há aquecimento nenhum.

    A teoria do "aquecimento global" já nasceu morta.

  • Leigo  23/07/2019 18:15
    O "Cientista" também não acredita em satélites e aduz que as fotos das geleiras tiradas por/através deles, são um factoide.
  • Cientista  23/07/2019 18:53
    Sim, sim, acredito em tudo. Acredito no que você quiser. Acredito, principalmente, em Al Gore (político ínclito, probo e de reputação ilibada, amante da humanidade).

    Agora, deixa eu voltar pro mundo real.
  • Leigo  23/07/2019 19:43
    No mundo real as geleiras não estão derretendo?
  • Gustavo Bertollone  23/07/2019 20:16
    Existe sim, vejam fotos de geleiras na suiça fotografada nos anos 50 e agora, na mesma época.
  • Gabriel  23/07/2019 21:33
    Será que a escola estatal não é uma das razões pelas quais a depressão se faz tão presente entre os mais jovens? Se leis pesadas sobre o mercado podem desestimular empreendedores, por que a mesma coisa não poderia estar acontecendo com a juventude?
  • Menestrel da Podridão  24/07/2019 11:06
    Burocrata quer mandar,
    Controlar toda tua vida.
    Falta pouco p'ra cagar
    Ter sua taxação devida

    twitter.com/dapodridao
  • Vagner  24/07/2019 16:49
    Que artigo fantástico. Tenho um filho que agora tem 12 anos. Esse artigo abriu muito minha mente.
    Eu estava colocando muitas outras atividades que não as obsessões do meu filho por determinados assuntos, como por exemplo cubo mágico, Xbox, etc.
    Pretendo meditar e aplicar essas idéias na criação dele. Parabéns pelo trabalho de vocês, sempre que eu posso eu indico o site MISES!!!!!
  • Carlos Eduardo  27/07/2019 12:56
    Um dos melhores que conheço. Show mesmo!!
  • Rodolfo Andrello  25/07/2019 13:22
    Maldita seja toda sala de aula que confina 40 primatas violentos de 14 anos num cubículo e chama isso de socialização.
  • Carlos Eduardo  26/07/2019 23:52
    Um dos melhores artigos que já li no site. Uma grande e extensa salva de palmas!!!!!!
  • Ana  28/07/2019 01:24
    De todos os artigos que li no mises esse, sem duvida, foi o que mais me tocou. Lembrei da minha infância e dos interesse que eu tinha: plantas, pedras, corpo humano, etc e ma adolêscencia: História, idiomas, literatura...sobre essas áreas de interesse, aprendi muitíssimos mais por conta própria do que na escola. Hoje, já adulta meu entusiasmo e minha obsessão estão mais vivos.
  • Esron  31/07/2019 12:53
    Estou pasmo. 37 anos se passaram e somente agora, ao ler em 5 minutos o artigo, descobri o que há de errado comigo. EU NAO TENHO ENTUSIASMO!!! Meus pais e a escola, mataram ele lá no início. Meu pai sempre me "cortou", todos meus interesses não tinham importância, sempre foi bem claro pra mim. Hoje nao tenho iniciativa, entusiasmo, nem paixão por nada.
  • Ermesson  02/08/2019 17:38
    O autor parece adepto ao UNSCHOOLING. Minha opinião é que o HOMESCHOOLING ainda é a melhor opção para o desenvolvimento da criança.
  • Edmundo  02/08/2019 21:14
    "Tais pessoas consideram perfeitamente aceitável o fato de que as coisas que as crianças aprendem na escola não serão diretamente úteis para elas fora da escola, pois acreditam que (...) aprender e de pensar são perfeitamente transferíveis para o futuro, quando então, já na vida adulta, poderão ser utilizadas para conseguir os conhecimentos e as habilidades demandadas pelo mercado.



    Deixa ver se eu entendi...

    1) O professor pede ao aluno para ler e resumir o livro Dom Casmurro de machado de Assis. Ter lido esse livro será inútil aoestudante fora da escola a menos que ele seja um professor de lietratura, crítico literário, enfim... além disso talvez o estudante não ache Machado de Assis uma leitura muito interessante. Por outro lado, o professor estaria estimulando o adolescênte a desenvolver a habilidade da leitura e resumo que serão demandas no mercado.


    2)Mas esse aluno gosta de ler animes e magás e sabe contar muitas histórias que leu. As habilidades desenvolvidasa são as mesmas do item (1

    Foi o que eu entendi.
  • Edson  03/08/2019 10:47
    Quando eu estava na escola, fui obrigado a ler Dom Casmurro para fazer um trabalho a respeito. Odiei e tomei trauma do livro e de Machado.

    Recentemente, reli o livro. Adorei. Hoje, sou fã de Machado e amante da literatura.

    A escola e sua compulsoriedade destruíram uma paixão que sempre me foi inata. Felizmente, consegui recuperá-la depois que saí de lá.

    Agora, apenas imagine isso acontecendo diariamente com milhões de crianças e adolescentes, e aí você terá uma pequena dimensão da tragédia.

    Poderíamos ser muito mais ricos e prósperos do que somos caso simplesmente deixássemos as crianças seguirem suas paixões sem serem tolhidas. Certamente, já teriam sido inventados e criados muito mais produtos e serviços que melhorariam nosso padrão de vida.
  • Marisâmgela  02/08/2019 21:16
    Tenho 32 anos e gosto de ler, mas tomei consci~encia de que sou uma anlfabeta funcional. É possível reverter esse caso, mesmo já adulta?
  • Hanna Schlutz  15/08/2019 12:39
    Sim. Recomendo o livro: " Como ler livros" de Mortmer Adler
  • Erilênio   09/08/2019 18:42
    A poucos assisti a esse documentário no Youtube. Educação proibida que endossa tudo que esse artigo falou.


    www.youtube.com/watch?v=OTerSwwxR9Y
  • Hanna Schlutz  15/08/2019 12:38
    O conhecimento é como o dinheiro, não é a posse que te faz rico, mas o investimento tu faz dele. Pena que a minha escola só me ensinou a repetir informações. Agora estou abrindo meus olho, em parte, graças ao IMB.
  • Novo em Escola Austríaca  25/08/2019 16:17
    Um excelente exemplo é Machado de Assis. Ele não teve estudos formais, aprendeu como autodidata (autoeducou-se) e tornou-se o melhor escritor brasileiro.
  • Maricleusa  25/08/2019 16:29
    Desde criança eu amo idiomas, principalmente o inglês, porém na escola fui péssima aluna nessa matéria. Cheguei até a odiar esse idioma durante a escola. Melhorei no 3° do ensino médio, quando começei a curtir rock e isso resgatou o antigo amor pela língua. Já estudei muitos idiomas, sempre tendo por base o inglês que aprendi FORA DA ESCOLA!!!!!!

  • Renascido em Escola Autríaca  27/08/2019 23:13
    Sem falar que a escola (privadas), são um negócio. Uma vez, fui numa escola de cursos profissionalizantes aqui da região e o curso que eu queria fazer custava:

    350,00 matrícula

    269,00 mensalidade

    600, material didático.



  • Marionete do Nego Ney  24/06/2020 14:03
    Artigo primoroso, a escola destrói as paixões a aptidões das crianças e "broxa" a sua vontade de aprender.

    No ensino fundamental e médio eu cheguei a quase criar nojo da língua inglesa por exemplo, meus professores em geral tinham pouca vontade de ensinar, ou não tinham o talento necessário para tal, as vezes nenhum dos dois (estudei a vida inteira em escola estadual), na maior parte do tempo era decorar regras e aprender sobre o verbo to-be (a quantidade de tempo que ficamos nisso é inacreditável...), e duvido que algum dos colegas que se formaram no ensino médio comigo seria capaz de escrever coisas simples em inglês, quem dirá se comunicar com falantes nativos.
    Hoje estudo a língua por conta própria, assistindo filmes e séries, lendo artigos e livros, acompanhando canais gringos no YouTube, faço amizades no estrangeiro e inclusive videochamadas com esses amigos quando tenho a oportunidade, quando passei a me dedicar à estas coisas vi o quanto o inglês é uma língua interessante e massa de se falar e entender, e é absurdo ver o quanto evolui no aprendizado, me arrisco a dizer que em 2 ~ 3 anos aprendi muito mais do que nos 7 anos em que estudei na escola.

    Algo semelhante ocorreu com matemática, na escola eu sempre fui um aluno razoavelmente bom nessa matéria, sempre passei sem grandes problemas, mas eu nunca via muito sentido real na maior parte dela e eu mais decorava pra prova do que aprendia, tal situação, de novo, mudou drasticamente após eu deixar a escola, hoje aprendo sozinho pela internet, e vejo o quanto a matemática é fantástica e extremamente útil em muitas coisas, e de novo estou aprendendo muito mais assim do que na sala de aula.

    Enfim, o atual sistema de ensino é um retumbante fracasso de norte à sul, de leste à oeste, e precisa urgentemente ser drasticamente repensado, pena que as elites políticas e a esquerda são um obstáculo muito difícil de transpor nesse sentido e provavelmente continuaremos nesse "chove e não molha" por mais umas boas décadas.
  • Paulo Benigno  25/12/2021 17:19
    Verdade. Aconteçeu extamente o mesmo comigo
  • Eduardo  25/12/2021 23:25
    Comigo, aconteceu o mesmo com Biologia. Eu era obrigado a decorar tudo, até o ciclo de reprodução das samambaias. Tomei raiva e trauma da matéria.

    Hoje, adoro o assunto.

    A escola simplesmente destruiu minha paixão pelo saber, algo que eu só recuperei depois que saí da escola.
  • Alfredo Campos Lima  01/02/2022 15:04
    Fora do âmbito da economia, este foi o artigo que mais me marcou neste site. Ele deveria ser mantido na página principal em destaque constante.
  • Richard  13/10/2022 08:59
    Eu não me entusiasmo com nada desde meus 22 anos. Difícil manter esse tipo de paixão quando não se acredita em propósito de nada, mas realmente é o segredo do sucesso, é o que se percebe.
  • Os trapalhões  13/10/2022 15:35
    Gostaria de ler alguma tréplica às próximas observações. Em primeiro lugar, apresento a seguinte estatística: segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), 6,6% da população brasileira não sabia ler e nem escrever no ano de 2019. Isso significa que aproximadamente 11 milhões de pessoas eram analfabetas. Como conciliar tal dado com o teor ou mensagem transmitida pelo texto acima?
    Os indivíduos analfabetos não foram deixados livres para aprender o que quisessem? Por que eles sequer dominam a leitura e escrita? Cadê o entusiasmo inato para tais habilidades? Sem tais competências básicas como as pessoas serão capazes de se aprofundar em outros assuntos mais interessantes ou cativantes dado que o conteúdo é veiculado majoritariamente em livros, jornais, revistas, periódicos entre outros documentos escritos mesmo que na tela de computadores ou telefones celulares?
    Além disso, quem vai contratar um analfabeto para desempenhar alguma atividade que exija algum nível intelectual? Como tal pessoa poderá prestar um serviço de qualidade sem acesso a informações escritas? Como ele se comunicará de modo eficiente se não sabe elaborar textos? Somente com mensagens gravadas de áudio? Como o indivíduo iletrado se especializará em algum ramo do comércio, indústria, ou até mesmo no campo? Por que esse ser humano deveria ficar restrito apenas a empregos de baixa remuneração que demandem apenas esforço físico?
    Agora pensem nos usuários de drogas das grandes metrópoles. Eles estão seguindo sua paixão por mais destrutiva e ignominiosa que ela seja. De fato, eles são obcecados pelas substâncias psicotrópicas mesmo que isso leve a óbito. Embora os burocratas e demais autoridades os oprimam e tente esmagar seu entusiasmo pelos tóxicos, ele prevalece com suas terríveis ou nefastas consequências. Eles estão absortos pelo vício exatamente como o autor do texto defende guardadas as devidas proporções. Tal atitude melhora a qualidade de vida ou bem-estar deles?
    Por fim, aprender sobre Pokémon, Minercraft entre outras futilidades não tornará um indivíduo mais apto a oferecer produtos ou serviços demandados pelo mercado. Entendo que o sistema escolar precisa de mudanças e deveria ser privatizado bem como opcional. Além disso, sou totalmente a favor do ensino domiciliar. Contudo, as ideias do autor do texto não podem balizar qualquer iniciativa no âmbito educacional. Sem um mínimo de disciplina e direcionamento a criança tende a tomar péssima decisões das quais se arrependerá no futuro.
  • Bolsonaro 2026  14/10/2022 04:48
    Alguém me explica isso, não existe livre mercado de petroleo, é um cartel de shakes e hereditariedade. O Ciro mesmo defende que a petrbras seja estatal e fora do preço internacional para que o cartel la fora não dite o preço interno nosso.

    Prova disso é essa mais nova noticia:

    youtu.be/PchQhy9rRyg

    Reduzindo produção de petroleo para que o preço aumente propositalmente.

    Gostaria de uma explicação, afinal Ciro ta certo ou não?
  • Trader  14/10/2022 15:29
    De novo isso? Eis um gráfico que mostra a evolução do Brent, em dólares.

    ibb.co/CvJWWnJ

    Se o preço do petróleo é cartel, então, analisando o gráfico, explique:

    1) Por que o Brent custa hoje, em dólares, o mesmo que custava em 2007 (15 anos atrás)? Em termos reais, os sheiks estão perdendo dinheiro.

    2) Por que o preço do petróleo vivencia mergulhos? Em cartel não há mergulhos de preços.

    3) Por que o preço não sobe continuamente? Em cartel, é assim que funciona.
    4) Por que o preço do petróleo ficou absolutamente estável nas décadas de 1980 e 1990, exatamente nas duas décadas em que o mundo cresceu forte? Isso não é característica de cartel.

    5) Por que, em 2016, com a economia mundial funcionando normalmente, o preço do petróleo (em dólares) voltou para os níveis do ano 2000? Isso não é comportamento de cartel.

    6) Por fim, por que uma política artificial de preços — na qual o preço é ditado por um político, e não pelo livre mercado de commodities — irá funcionar melhor? Há algum experimento histórico que comprove que tal arranjo é duradouro?

    Dica: as respostas para todas estas perguntas já foram dadas no site.

    Saudações.
  • Felipe  14/10/2022 15:42
    O problema não é a OPEP. O problema é quem atrapalha a produção de petróleo: regulações.

    Milagre é o Brasil que, mesmo com esses obstáculos, ainda conseguir aumentar a produção de petróleo e gás natural.

    Outro culpado foi Joe Biden e a corja ambientalista, que decidiu atrapalhar a produção de petróleo no país (além dos que trancaram as pessoas em casa, desorganizando a produção de petróleo e derivados), embora os EUA ainda hoje sejam os maiores produtores de petróleo do mundo. Os eleitores tontos quiseram votar no sujeito que não consegue nem se manter em pé, agora vão ter que aguentar.

    Eu quero saber como que o Ciro vai fazer essa mágica de ficar fora do preço internacional, afinal não temos capacidade de produzir derivado de petróleo suficiente para atender a demanda doméstica. Podemos discutir isso quando eles abrirem de vez o setor de petróleo e derivados aqui, aí cada empresa de petróleo pratica o preço que quiser, escolhendo repassar integralmente ou não.

    Por enquanto o que podemos fazer é fortalecer a moeda doméstica, que é o que está nos ajudando agora, tanto que a alta da gasolina no real brasileiro foi menor do que no dólar americano. Entenderam agora como que é bom termos uma moeda saudável? Quem sabe agora, com a lei da autonomia do banco central, tenhamos um real brasileiro mais civilizado.
  • Revoltado  14/10/2022 18:24
    Outro culpado foi Joe Biden e a corja ambientalista, que decidiu atrapalhar a produção de petróleo no país (além dos que trancaram as pessoas em casa, desorganizando a produção de petróleo e derivados), embora os EUA ainda hoje sejam os maiores produtores de petróleo do mundo. Os eleitores tontos quiseram votar no sujeito que não consegue nem se manter em pé, agora vão ter que aguentar.

    =====Nada me subtrai da mente que o velho-gagá é apenas um títere na mão de duas figuras: Kamala Harris (vice-presidente) e/ou Nancy Pelosi (Secretária de Estado). Não à toa vários consideram há tempos que a presença da versão estadunidense e masculina da Dilma dentro da Casa Branca é problema de segurança nacional para aqueles 50 estados e o distrito de Columbia.
  • Refugiado do esquerdismo  14/10/2022 18:18
    Filho, quem dita o preço do petróleo assim como qualquer coisa é o mercado. O mercado independe do governo, não existe país socialista sem algum tipo de mercado ou comércio porque no mundo há escassez. Isto é, oferta e procura. A Petrobras sendo estatal ou não, o preço do petróleo é ajustado pela demanda e capacidade de produzir.

    Abaixar a quantidade de petróleo no mercado não costuma durar muito tempo, pois dependendo da tecnologia e capacidade de produção, você produzir 1 milhão de litros ou um litro o custo é o mesmo; porém se você vender 1 litro tendo capacidade de produzir 1 milhão você está no prejuízo, e se o preço do litro aumentar muito as pessoas não compram.

    É igual ao padeiro. Ele fazer 1 pão ou 50 tem o mesmo custo porque ele para fazer 1 pão precisa de água, trigo, farinha, forno. Ninguém compra esses itens para fazer um pão, sempre esses itens são vendidos em grandes quantidades, assim como o sujeito colocar no forno 1 pão e 50 pães é o mesmo custo e tempo.
  • Imperion  14/10/2022 18:12
    A Isto É fazendo suposições sobre o "não plano econômico de governo do Lula" e ao mesmo tempo elogiando o que acabou gerando a pior gestão desde a redemocratização.

    www.istoedinheiro.com.br/o-que-lula-quer-para-a-economia/

    Lula precisa voltar a ser presidente. A presidência é que não precisa do Lula.
  • anônimo  16/10/2022 16:52
    Boa Tarde. Alguém poderia me dizer,por favor,como uma criança filha de dois miseráveis vivendo na região mais pobre do Brasil sem auxílio nenhum do Estado brasileiro pode ascender economicamente na vida ao ficar adulto?Obrigado.
  • Ex-microempresario  18/10/2022 16:55
    youtu.be/Z7jFDKX8NDg

    Transcrevendo para facilitar:

    Tá desempregado no Rio de Janeiro? Então faz o seguinte: arruma dez reais emprestado, vai prá Central do Brasil amanhã e compra uma dúzia de água mineral e um saco de gelo. Pega tudo e vai prá Copacabana, CEDO!

    Chegando lá você vende uma água por quatro ou cinco reais. Vamos considerar que vendeu tudo a quatro reais e vai tomar duas águas, são dez águas a quatro reais são quarenta reais tú investiu dez reais são trezentos por cento de lucro.

    Tú volta pro centro compra um isopor de 25 litros com 18 reais, sobram 22 reais, tú vai pra casa com essa grana e descansa, no outro dia vai pro centro novamente, compra duas duzias de água mineral, dois sacos de gelo e vai pra Copacabana novamente.

    São 24 garrafa de água mineral, tú vai tomar duas, sobram 22, vezes 4 reais se vender tudo são 88 reais com 7 que sobrou de ontem são 95 reais. Em dois dias tú teve um lucro de 850%.

    Aì tú volta pra casa, pega dez reais e paga aquele maluco que te emprestou, isso chama manter as portas abertas, é importante, isso.

    Aí você tem ainda 750% no bolso. No outro dia vai pro centro novamente.

    Ah, vender água não dá pra você não?

    Então a crise no seu caso não tá no país, tá dentro de você.


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